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As empresas com o perfil A são as que têm um rating mais seguro, as empresas com perfil B um rating mais ou menos seguro, e as empresas com o perfil C são as menos seguras. No caso da Raize, apenas podem usufruir dos empréstimos coletivos as empresas que contem com dois ou mais anos e que tenham sede fiscal em Portugal. Com Housers, não poderá investir mais de 3000 euros num único projeto assim como não poderá investir mais de euros no total durante o período de um ano. A partir deste momento, poderá imediatamente aceder a todas as possibilidades de investimento que a plataforma online tem à sua disposição.
E uma obrigação não capitaliza como as ações; não apresenta esta 8ª Maravilha do Mundo que é o Juro Composto. A empresa está obrigada a pagar-te, mas pode acontecer que não te consiga pagar. Uma obrigação vale tanto quanto a palavra da empresa que está por detrás dessa obrigação.
Desde junho de 2019, esta empresa espanhola financiou projetos por mais de 200 milhões de euros, avançando agora com o seu plano de internacionalização que inclui a aposta em Portugal. O Crowdcube é uma plataforma europeia de crowdfunding de capital destinada exclusivamente a investidores suficientemente experientes para considerar esses riscos e tomar suas próprias decisões de investimento. Quatro projetos são do segmento de luxo (‘Quinta dos Pinheiros’, ‘Castilho 3’, ‘Quinta do Cedro’ e ‘Paulo Duque’), representando um investimento total superior a 12 milhões de euros. No total, cinco dos oito projetos financiados superaram os 4 milhões de euros, refletindo a robustez das oportunidades oferecidas pela plataforma. Fundada em 2013, já financiou perto de 16,5 milhões de euros e foi também a primeira empresa europeia do segmento a dispersar capital em bolsa, tendo começado a 18 de Julho a transaccionar no segmento Euronext Access da bolsa portuguesa (o antigo mercado Easynext). São estes os alvos preferenciais de três plataformas portuguesas de crowdfunding, apresentadas esta quinta-feira, 11 de Outubro, durante uma conferência sobre o financiamento colaborativo enquanto alternativa para os investidores, organizada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) na Universidade Católica, no Porto.
Segundo o levantamento feito recentemente pela Massolution, os fundos angariados através da estrutura de "crowdfunding", atingiram seis biliões de Dólares em 2013, dezasseis biliões de Dólares em 2014, estando previsto que o montante levantado em 2015 atinja cerca de trinta e quatro biliões de Dólares. Permite que qualquer pessoa possa investir no sector imobiliário, mesmo que com pequenos montantes (a partir de 500 euros) e sem ter de se preocupar com burocracias e formalidades. A Urbanitae é o ponto de encontro entre os pequenos e médios investidores e os melhores promotores imobiliários.
Potenciar a internacionalização de projetos nacionais é outra das vantagens que pode ser retirada da rede social. Para já a plataforma está disponível em português, mas prevê-se que dentro de algumas semanas fique disponível em inglês para atingir mercados como os EUA, América Latina e alguns países da Europa. Chama-se WePinch e é uma plataforma online que quer juntar profissionais, gente com ideias e investidores. Pela primeira vez, os adeptos podem fazer parte desse processo e relegar os fundos de investimento ou fundos soberanos estatais. Eu vendi a empresa que fundei a uma outra empresa avaliada em 22 mil milhões de dólares, por exemplo.
Este apoio pode assumir a forma de incentivos fiscais, programas de educação financeira ou mesmo através de parcerias com plataformas de crowdfunding para apoiar iniciativas de interesse público. Com o aumento do acesso à Internet e a crescente familiaridade dos portugueses com as plataformas digitais, espera-se que o crowdfunding continue a crescer. Desde iniciativas culturais, como a produção de filmes e livros, a projectos sociais, como campanhas de ajuda humanitária, o crowdfunding tem-se revelado um instrumento eficaz de mobilização de recursos. O Crowdfunding é uma forma incrível de obter financiamento para a sua empresa sem ter que recorrer a bancos ou aos investidores tradicionais.
Seis pessoas, cinco projectos dos 61 que foram implementados nos últimos 18 meses através do crowdfunding, que ainda dá os primeiros passos em Portugal. 3 — A definição dos limites pela CMVM assenta na fixação de valores limite diferenciados em função do rendimento anual dos investidores, podendo ainda definir limites de investimento diferenciados em função do perfil dos investidores, atendendo, nomeadamente, à sua experiência e qualificação. Um dos aspetos a suscitar curiosidade é a existência de um limite máximo cumulativo anual que cada investidor poderá colocar no conjunto de propostas de financiamento colaborativo em que se possa interessar. D) O financiamento colaborativo por empréstimo, através do qual a entidade financiada remunera o financiamento obtido através do pagamento de juros fixados no momento da angariação. B) O financiamento colaborativo com recompensa, pelo qual a entidade financiada fica obrigada à prestação do produto ou serviço financiado, em contrapartida pelo financiamento obtido;
"Especificamente, em dezembro deste ano, terá devolvido mais de 25 milhões de euros entre dívida e retorno de capital, o que significa o retorno de 10euros entre dívida e retorno de capital, o que significa o retorno de 100% dos compromissos dos promotores, graças ao sucesso dos projetos", conclui. Financiou mais 55 milhões de euros em projetos imobiliários, dos quais 30 milhões foram financiados no último ano. Embora diferente das plataformas de financiamento coletivo (crowdfunding) que abordamos anteriormente, em grande medida, por funcionar numa lógica de doação mensal e não de doação única, são vários os projetos financiados através do Patreon.
Enquanto que um projeto com a letra A será o mais seguro de todos, o projeto com a letra G será o que terá um maior risco associado. O departamento financeiro da Housers faz uma análise exaustiva de todos os riscos associados a cada uma das oportunidades publicadas na plataforma. Para além disto o ajudar a decidir sobre os investimentos que quer fazer, deve também saber que este rating tem influência sobre a taxa de juro a aplicar. Além disso, devem ter capital positivo e não devem ter dívidas ao Estado. Uma coisa que precisa de saber é que cada plataforma online de crowlending utiliza a sua própria estratégia para distinguir os diferentes tipos de empréstimos.
A questão tributária e legal é de grande relevância para quem pretende investir em crowdfunding imobiliário. O crowdfunding imobiliário em Portugal ainda é um fenómeno relativamente recente, mas já há registos de casos bem-sucedidos que demonstram o seu potencial. Combinar prazos distintos pode ajudar a ter sempre uma parte do capital disponível no curto ou médio prazo, ao mesmo tempo que se aposta em investimentos de longo prazo.
No que diz respeito às plataformas de crowdfunding, a lei portuguesa estabelece os requisitos e condições aplicáveis às pessoas coletivas que exploram essas plataformas, as quais estão sujeitas à supervisão da CMVM quando se trate de plataformas baseadas em ações ou créditos conjuntos. O segundo projeto, denominado “Paulo Duque”, conta com seis apartamentos na Cruz Quebrada, em Oeiras, onde a Urbanitae já reuniu 277 investidores, que participam na operação com um milhão de euros. Presente em Portugal desde 2023, o projeto na Rua Barão Forrester é um dos dois com que a plataforma espanhola se estreia no mercado português. “Após a estabilização do ativo, este boaboa.pt será vendido a um investidor imobiliário ou a qualquer tipo de investidor interessado num investimento deste género”, informa a plataforma em comunicado. O número de plataformas na internet destinadas ao financiamento colectivo, que permite a qualquer cidadão propor uma ideia com o objectivo de obter apoio financeiro de terceiros, está em crescimento desde 2011.
Existem diferentes tipos de crowdfunding, cada um com características e objectivos específicos. O crowdfunding começou a ganhar força em Portugal na última década, impulsionado pela popularização da Internet e das redes sociais. O crescimento do crowdfunding em Portugal